domingo, 27 de maio de 2012

Essa É a Vida



Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas. Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente. Se estiver tudo certo, continue. Se sentir saudades, mate-a. Se perder um amor, não se perca! Se o achar, segure-o!" Fernando Pessoa

quinta-feira, 17 de maio de 2012

We Are Who We Are


So I guess we are who we are for a lot of reasons. And maybe we'll never know the most of them. But if we don't have the power to choose where we come from, we can still choose where we go from there. We can still do things. And we can try to feel okay about them. 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Pode Não Parecer, Mas Eu Sinto



Mas eu sinto, sabe? Sinto muito as coisas. Tudo, todos. Mesmo que eu tente esconder, mesmo que eu tente não me mostrar. Mesmo que eu disfarce. Eu sinto tudo demais. E é por isso que às vezes as coisas doem tanto.” Clarissa Corrêa 

terça-feira, 8 de maio de 2012

This is Our Life



It’s the oldest story in the world. One day, you’re 17 and you’re planning for someday. And then quietly, without you’re ever really noticing, someday is today. And then someday is yesterday. 
And this is our life.” (Nathan Scott)

sábado, 5 de maio de 2012

Não Sei Dizer Quem Sou




É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer, porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo. Ou pelo menos, o que me faz agir não é o que eu sinto mas o que eu digo. Sinto quem sou e a impressão está alojada na parte alta do cérebro, nos lábios – na língua principalmente – , na superfície dos braços e também correndo dentro, bem dentro do meu corpo, mas onde, onde mesmo, eu não sei dizer.
Clarice Lispector - Perto do Coração Selvagem

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A Última Música

“A vida, entendeu, era bem parecida com uma música. No começo há mistério e no final confirmação, mas é no meio que reside a emoção, e faz com que a coisa toda valha a pena. (…) Finalmente, havia entendido que a presença de Deus está em todo lugar, em todos os momentos e é sentida, em um momento ou outro, por todas as pessoas. (…) Deus, entendeu subitamente, era o amor em sua mais pura forma.”
                                                                        (Nicholas Sparks - The Last Song)